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SEM PAR...
Pela rua deserta caminha
minha sombra sozinha, sem par...
minha vida sem rumo
se perde no eco dos passos incertos
e se desprende na fumaça
que se perde no ar...
Ouço-te a voz velada,
as palavras cadenciadas,
docemente pronunciadas...
E minh'alma caminha,
a passos incertos, sozinha,
na rua deserta, sem par...
Apenas a lágrima sorrateira,
agora única companheira,
vem à tona, a bailar...
E rola quente, no rosto contraído,
o pranto sentido...
enquanto minh'alma sozinha,
pela rua deserta, em passos incertos,
caminha sem par...