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EM CLAUSURA
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Eis aqui a alma pura... Toma este amor sem sensura, Enquanto ainda estou vivo... e de teu amor cativo... Serei nada, ou tudo talvez... mas, sou o errante peregrino, que em teus braços se fez amante, gigante, pequenino... Eis aqui a alma pura, este amor feito candura... toma-o para ti, sem medo... Esta noite, sou teu, em clausura, teu joguete, quem sabe teu brinquedo, enquanto a noite durar... E, de manhã, logo cedo, por favor, deixa cerrada a cortina, para a manhã não entrar... Sai de mansinho, devagarinho... se tua vontade se fizer assim... Deixa minha mágoa comigo, não me ofereças lembranças, vãs esperanças, nem o castigo de te esperar: já conheço a história e o fim...
(Carlos Saad) |