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CIRANDA![]()
Na dança das horas, no passo do tempo, me embalei... me perdi... na distância do esquecimento, me perdi de ti... No rodamoinho de lágrimas, temores, dúvidas e incertezas, após tantos dissabores e proezas, me perdi de ti... Em doce cantilena, vez ou outra, lembrança amena me devolve ao amor-criança que tive outrora e perdi... Nessa hora (quem diria!) parece até ironia!... mal recomponho teu rosto... talvez pelo tempo, ou desgosto, confesso-te: esqueci!... Na ciranda da vida, na dança das horas, no passo do tempo, na suave cantilena, após tristezas, proezas (lamento!...) me perdi, para sempre, de ti!... (Carlos saad) |
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